segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Ode à Luxúria

Ó Luxúria Puta de Mil cabeças e de ideias abomináveis e Pureza incandescente

Nós te veneramos e te prestamos cultos de devotos ó Negra Virgem de incontáveis seguidores

Os teus lábios de fogo são prazeres infinitos aos homens que fizeram-se crianças novamente

A tua imagem é todas as cores de venenos e os teus caminhos são tranqüilos de felicidades nada sinuosas

Os homens tremem diante da tua realidade poderosa e irresistível

Tu és a nossa Deusa de valores de catedrais da França

Nem a seriedade dos dias de Domingo Sagrado fazem os homens de ti se libertarem

Tu és o nosso sangue violento de pele pura de borboletas coloridas

A tua boca é abismo interminável o teu colo é de Mãe Prostituta.

Os teus delírios são de Loucos Serafins e tuas orgias são orgias de Gomorra.

O teu convite é luminoso e fraudulento de papéis alucinados

Tenebrosos e sufocantes

O Criador ter admira como adolescente no cio

Oferece-nos tuas delícias de jardins nas nossas vidas profanadoras conscientes

Com toques de infernos e fantasmas fornicadores

Com poetas de gerações num banquete de Rimbaud

Eu te ouço sussurrar no meu ouvido de abertura celeste

Os ecos dos teus sons inomináveis

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