segunda-feira, 7 de novembro de 2011

I

Meus Olhos enganaram-se no teu sorriso de

Mármore úmido

Às vinte e três horas de uma noite áspera

Rodeados de corpos embriagados mortos

e arranha-céus pomposos-decadentes

Eu, monstro giratório cheio de incertezas, tive aquele mal-estar

o equilíbrio perturbado pelas tuas palavras eróticas

Embebido no amargo veneno do desejo proibido,

Preferia uma lápide vazia no deserto, o entorpe-

cimento pela cumulus nimbus cinza-escuro

Por toda a eternidade

A tua boca de doce virgem, ó Caos Impenetrável,

expande-se na minha imaginação até o infinito,

ó mulher de lábios febris

Mas nós faremos sexo de animais selvagens

durante toda a Noite no meu mundo imaginário

Pervertido

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