quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Os poemas que escrevo

Vincet Van Gogh - Wheatfield with Crows, 1890.

Os poemas que escrevo, por medíocres que sejam, são sempre um produto desesperado de um equilibrismo sutil na tênue corda bamba suspensa no abismo que é minha existência; consequências de um desenfreado anarquismo sem contensão.
Admito, não é possível voltar ou parar. Cairia! Daqui, só a loucura ou a morte, pois são, inevitavelmente, obras com um risco irremediável, de uma experiência levada até o extremo, até o ponto em que eu não possa mais continuar.

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